Comunicação Verbal - Cursos e Palestras - Instituto Passadori

Newsletter

Inscreva-se e receba no seu e-mail






Palestra Gratuita

Assista uma palestra
totalmente grátis!

INSCREVA-SE JÁ

Podcast

Ouça nosso podcast e aprenda com as dicas de Reinaldo Passadori.

Clique aqui.

Comunicação Executiva

Ouça os boletins Comunicação Executiva.

Clique aqui.

Videoteca

Selecionamos alguns vídeos para você.

Assista aqui.

Comunicação Verbal e Identidade Corporativa

Comunicar é uma das atividades mais fundamentais, freqüentes e naturais do dia-a-dia. Toda vez que uma empresa solicita treinamentos, antes de qualquer workshop, tento mostrar para seus gestores uma esquecida e óbvia realidade: comunicação é cultura cotidiana e as empresas devem se preocupar com a saúde da sua própria cultura. Parece um simples jogo de palavras, mas não é. A comunicação, faz tempo, alcançou o status de protagonista na disseminação e valorização da vida organizacional. Se você brada em alto e bom som pelos corredores da empresa em que atua que o melhor é trabalhar por uma cultura de resultados, nada mais urgente do que dar mais atenção para a comunicação.

 

Organizações têm identidade. A questão é se ela é transmitida adequadamente e com qualidade, porque as instituições não têm bocas, mas falam. Pelo menos as empresas que sobrevivem, aquelas comprometidas em se apresentar e oferecer aos públicos – fornecedores, clientes e parceiros – a sua imagem saudável, inspiradora de credibilidade. Sempre dependemos do outro para existir. Imagine um mundo com apenas um habitante: você. Certamente um pensamento difícil, porque gera uma sensação de pânico. Na verdade, o imediato medo de ficar ilhado, antes de sentir os limites da sobrevivência física, se deve à falta do outro. Precisamos dos outros para ter identidade, para poder transmiti-la e, no final das contas, existirmos para nós mesmos. Ninguém transmite o que realmente é apenas falando no espelho. Precisamos de ouvintes para sobreviver e, para isso, a comunicação se faz a todo instante.

 

Quando uma empresa é capaz de marcar presença na vida dos seus stakeholders, certamente fez isso falando. As suas bocas são os dirigentes, executivos, gestores, seus líderes. Não somos tão ingênuos de acreditar que eles foram capazes de persuadir seus públicos, liderar negociações e seduzir clientes e parceiros cometendo gafes, deslizando no português, desrespeitando seus ouvintes com grosserias e sem preparo. Falar é atividade que desenvolvemos de uma forma ou de outra, basta viver. Mas, falar bem e em nome da empresa se aprende com muita preparação e critérios.

 

O talento tem sua força. Cansei de cruzar com verdadeiros artistas natos da oratória, muitos dotados de uma extraordinária habilidade para dominar e ser amado pelos seus públicos. São raridades. O mais comum é conhecer gente que teme falar em público e sente o peso de ser a voz da empresa. Pior ainda se tiverem que falar à imprensa. Entre todas as formas de aprimoramento das empresas, a comunicação deve ser exaltada. A comunicação verbal também.

 

Há um engano constante: quem se prepara em comunicação está apto para falar apenas com a imprensa. Errado. Quando algum gestor desenvolve suas competências em comunicação verbal, por exemplo, ele se tornará uma peça central nas negociações, reuniões e palestras da organização. A comunicação interna deve ser beneficiada por qualquer investimento em comunicação. A sua melhoria corresponde ao ganho em potencial nos negócios. Com líderes treinados, há rapidez da transmissão eficiente das informações estratégicas. É um corpo com sangue novo a correr com maior qualidade por seus setores, porque, como disse, comunicação é vetor da cultura da organização. O cenário? Missão, valores estratégias devidamente disseminados por todos os colaboradores. Um time treinado porque fala e ouve com propriedade.

 

Existem diversos bens em uma empresa. Mas a questão da imagem corporativa, a marca da companhia, é algo difícil de mensurar. Títulos e ações estão nas bolsas de valores, capital de giro é verificado nos balanços. Mas a credibilidade das marcas depende da avaliação do imaginário social dos stakeholders. Hoje já há parâmetros para medi-lo, mas essencial é a tarefa de não negligenciar a manutenção da comunicação corporativa. Sobretudo para enfrentar crises. Marcas devem estar devidamente incorporadas à sociedade, identidades devem ser reconhecidas sem qualquer esforço quando as empresas passam por dificuldades de outras naturezas, estruturais.


Reinaldo Passadori
Presidente e fundador do  Instituto Passadori, especialista em comunicação verbal e comunicação focada em gestão de pessoas/recursos humanos. É autor do livro Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes - Editora Gente

 

Rede Social


Av. Paulista, 726 - 11° andar conj. 1103 - São Paulo/SP - CEP.: 01310-910 - Tel.: 55 11 3488.1200 - Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo   :: Política de Privacidade